No dia 14/03/2018,  um crime tirou  a vida de uma grande mulher. Nossa resenha fica por conta da história de vida da vereadora, nascida e criada em uma das favelas do Rio de Janeiro. Entra em cena Marielle Franco

 

Essa garota  nasceu e cresceu no  Complexo da Maré. Bem jovem começou a trabalhar  junto de seus  pais como camelô, e  com o dinheirinho que ganhava, ajudava a pagar  seus estudos. Aos dezoito anos começou  a trabalhar como educadora infantil em uma creche, ficou trabalhando lá por dois anos. Na sua adolescência, Marielle também  participava do FURACÃO 2000 como dançarina.

Aos 21 anos deu à luz a sua única filha, Luyara e neste mesmo ano participou da primeira turma de pré-vestibular comunitário oferecido aos jovens das favelas do Complexo da Maré.  Essa grande mulher conseguiu  ingressar  na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e graduou-se em Ciências Sociais através de uma  bolsa de estudos oferecida através do  Programa Universidade para Todos – PROUNI. 

Socióloga, com mestrado em Administração Pública,  na sua primeira disputa eleitoral, no ano de 2016, foi eleita com mais de 46.000 votos pela coligação Mudar é possível, formada pelos partidos  PSOL e PCB. Lutava pelo direito dos mais pobres,  das  mulheres, dos negros e da comunidade LGBT. Ao todo, Marielle fez parte de 13 projetos de Lei durante todo seu mandato que além de diversas ações pela cidade, trabalhou coletando referências sobre  violência contra as mulheres, e buscava o cumprimento do  direito do aborto nos casos previstos por lei quando uma mulher era vítima de estupro.  Morava na Tijuca com sua companheira Mônica e  filha Luyara.

Foi brutalmente executada com três tiros na cabeça e um no pescoço,teve sua vida interrompida e até hoje o crime não foi solucionado. Em março a Polícia Civil prendeu dois  policiais  militares ,  acusados de terem assassinado a vereadora e seu motorista. De acordo com a Polícia,  Ronnie Lessa seria o indivíduo que atirou contra a vereadora e  Élcio Vieira de Queiroz supostamente dirigia o carro que perseguia Marielle.

Merecidamente foi afortunada  pelo Congresso Nacional com o Diploma Bertha Lutz, concedido a mulheres foram relevantes  na luta e defesa dos direitos da mulher e questões do gênero dentro do território brasileiro.

EIS AQUI O RETRATO DE UM GRANDE MULHER

1979-2018

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