RESENHA

O PEQUENO PRÍNCIPE

O escritor francês  Antoine de Saint-Exupéry  em meio ao maior conflito histórico  da humanidade,  onde operações militares envolveram 72 nações, resultaram em 45 milhões de mortes, 35 milhões de feridos e 3 milhões de desaparecidos, criou uma das histórias mais conhecidas  no mundo.  Em 1944, a fábula, traduzida para o português, de nome “O PEQUENO PRÍNCIPE” tornou-se um clássico em meio a Segunda Guerra Mundial.

A  narrativa do Pequeno Príncipe desperta o  valor ligado aos detalhes  da vida, muitas vezes esquecidas pelos adultos. Essa preocupação do autor  em  fortalecer os laços de afeto ficam claros no diálogo do Pequeno Príncipe e a Raposa.

“Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”.

 

CLIQUE AQUI e leia o diálogo dos personagens, é muito interessante a conversa entre os dois.

Veja dois trechos dessa conversa:

__Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. ( aqui, claramente faz-se menção ao cenário que a Segunda Guerra apresentava.)

__A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa
alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais
amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me! (aqui, claramente vê-se que de 1944, quando a história foi criada até os dias atuais, o comportamento humano não mudou muito).

A grande lição dessa fábula é a de criar laços de afeto, uns com os outros, com intuito de alcançar a felicidade. Não se pode comprar amigos e não tem como vivermos  sozinhos, é preciso compartilhar, é preciso cativar!

PODEMOS SER  MUITO MAIS DO QUE ESSE MUNDO COBERTO DE HIPOCRISIA E APARÊNCIAS! 

 

 

 

Sem Comentário

Deixe um Comentário

O seu endereço de email não será publicado.