Palavra advinda do latim AMORE, o AMOR é uma palavra curta com significado um tanto complexo. Alguns estudiosos ainda afirmam que a palavra AMOR deriva da base AM- , uma língua indo-européia que deu origem à palavra MÃE.

Só pelo amor o homem se realiza plenamente.

O filósofo grego Platão dizia que “o amor era algo essencialmente puro e desprovido de paixões”. O amor platônico ( Platão) está ligado a algo que seja puro e perfeito, mas que não existe possibilidade de concretizar no mundo real, apenas no mundo das fantasias.

Amor é um sentimento muito amplo que está ligado ao afeto, cuidado, zelo, querer bem, estar junto, proteger e agradar. Vamos ver por aqui sete tipos de amor segundo a filosofia dos gregos Platão e Aristóteles.

Será que você concorda com a ideia desses dois pensadores em relação a esse punhado de emoções e sentimentos que estão ligados ao ato de amar?

O amor é formado por uma alma em dois corpos.

Segundo Aristóteles  “o amor é o sentimento dos seres imperfeitos, posto que a função do amor é levar o ser humano à perfeição”. O filósofo grego diz ainda que “o amor é o estado em que melhor as pessoas vêem as coisas como realmente elas são.”

CONFIRA A LISTA DOS SETE TIPOS DE AMOR

Os gregos antigos reconheciam 7 tipos de AMOR. São estes:

Storge – É o amor no âmbito familiar. É a afeição nascida no berço de casa entre pais e filhos, avós e netos, tios e sobrinhos. É o afeto do laço sanguíneo.

Ludus – São relacionamentos casuais e lúdicos, descompromissados. São os flertes, as relações mais soltas, que não criam uma necessidade de cobrança. Geralmente envolve pessoas que se sentem autossuficientes e despreocupadas com os “padrões” de relacionamentos.

Pragma – É o amor prático baseado na razão ou dever, e nos interesses de longo prazo. A atração sexual fica em segundo plano, a intenção aqui é a compactuabilidade do casal, objetivos compartilhados e o compromisso de fazer funcionAr. Nos tempos de casamentos arranjados, esse amor foi muito comum.

Philautia – Sinônimo de amor-próprio que pode ser saudável ou insalubre, pelo fato de dar a falsa ideia de arrogância o ato de amar a si. Mas esse amor-próprio que estamos falando é semelhante à autoestima, ao amor que devemos sentir pelo que somos, pelo que nos transformamos e pela trajetória de vida. Essa é nossa avaliação cognitiva e, acima de tudo, emocional de nosso próprio valor em relação à dos outros. Esse amor quando saudável reflete a relação conosco e o mundo em que fomos inseridos.  

Eros – É o que conhecemos por paixão, desejo físico. Na mitologia grega, representa a forma de paixonite causada pelas flechas de um Cupido. É o amor ligado à paixão.

Philia (ou Philos) – Philia significa amizade, é o afeto por boa vontade. Segundo as ideias de Aristóteles, uma pessoa pode amar outra por três razões: pela utilidade, pela agradabilidade e, acima de tudo por bondade. Amizades fundamentadas em bondade estão associadas ao companheirismo e confiança entre os indivíduos.

Ágape – Este é um amor que temos por indivíduos que não conhecemos e que não temos vivências e experiências mutuas, é o amor citado por diversas vezes na bíblia cristã, vem da natureza divina, é também chamado de caridade, de conceito altruísta, cuidado com o bem-estar alheio. Esta forma de amar traz um enriquecimento humanizador, causa sensação de bem estar e leveza em que dá esse tipo de amor e também em quem recebe. Talvez essa seja a forma de amar mais pura existente em nosso planeta mas também pouco praticado . Dadas as situações atuais em que vivemos, seria de grande valia praticar com um certo apreço o amor ágape, talvez se tivéssemos a consciência de que os mundo e todos os seres dependem do amor talvez pudéssemos praticar a troca desse sentimento tão importante na vida de todos com mais intensidade e empatia.

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